Sem a Lei
Em Rom. 3:21,22 encontramos uma declaração impressionante:
“Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas,
“Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem ...”
A “justiça de Deus,” conferida aos crentes, à parte da Lei? Crê nisso? Isto é difícil de aceitar para muitas pessoas, especialmente pessoas religiosas, apesar de estar aqui escrito na Palavra de Deus: “...agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus ...” E a passagem continua a dizer que a Lei e os profetas dão testemunho de que é esta realmente a justiça, pois é a justiça de Cristo gratuitamente conferida ao crente.
Mas como é que nesta passagem nós interpretamos as palavras “Mas agora,”? Quando é que esta “justiça conferida” começou a ser revelada ou manifestada? No Calvário? Não, ali foi adquirida para nós, mas não proclamada ainda. Foi, então, sob a “grande comissão” de nosso Senhor dada aos Seus onze apóstolos? Não, nem um único registo desta comissão contém uma só palavra sobre a justificação por meio da obra consumada de Cristo no Calvário.
Foi, então, em Pentecostes que a justiça de Cristo começou a ser proclamada para o perdão dos pecados? Não, nem mesmo em Pentecostes. Ali ainda foi dito aos ouvintes convictos para se arrependerem e serem baptizados “para perdão dos pecados” (Act. 2:38).
Não foi antes de Paulo que esta mensagem bendita foi anunciada. Foi Paulo, e ninguém antes dele, que declarou: “Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus”.
Isto é apropriado, uma vez que Paulo era o principal dos pecadores, salvo pela graça, e por meio dele Deus podia agora anunciar a gloriosa mensagem de que os pecadores podem ser salvos pela graça, por meio da fé n’Aquele que morreu pelos seus pecados.
Mas como é que nesta passagem nós interpretamos as palavras “Mas agora,”? Quando é que esta “justiça conferida” começou a ser revelada ou manifestada? No Calvário? Não, ali foi adquirida para nós, mas não proclamada ainda. Foi, então, sob a “grande comissão” de nosso Senhor dada aos Seus onze apóstolos? Não, nem um único registo desta comissão contém uma só palavra sobre a justificação por meio da obra consumada de Cristo no Calvário.
Foi, então, em Pentecostes que a justiça de Cristo começou a ser proclamada para o perdão dos pecados? Não, nem mesmo em Pentecostes. Ali ainda foi dito aos ouvintes convictos para se arrependerem e serem baptizados “para perdão dos pecados” (Act. 2:38).
Não foi antes de Paulo que esta mensagem bendita foi anunciada. Foi Paulo, e ninguém antes dele, que declarou: “Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus”.
Isto é apropriado, uma vez que Paulo era o principal dos pecadores, salvo pela graça, e por meio dele Deus podia agora anunciar a gloriosa mensagem de que os pecadores podem ser salvos pela graça, por meio da fé n’Aquele que morreu pelos seus pecados.
Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible



