Os justos juízos de Deus
“…bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade …”
Os primeiros quinze versículos de Romanos 2 fazem-me sempre pensar no modo do Senhor tratar o jovem príncipe rico de Lucas 18:18,19. “Bom Mestre,” disse o príncipe, “que hei-de fazer para herdar a vida eterna?”
Com efeito o Senhor respondeu: “Por que Me chamas bom? Ninguém há bom, senão um, que é Deus. Mas queres saber o que fazer para herdar a vida eterna? Simplesmente obedece à Lei, aos Dez mandamentos.”
Certamente que o nosso Senhor estava a tentar mostrar ao jovem que era impossível conseguir-se a salvação por se fazer o bem. Guardar a Lei era impossível para qualquer filho de Adão decaído, e a transgressão da Lei só poderia trazer condenação. Ora esta justiça absoluta é a base para a confiança do crente em Deus.
É maravilhoso saber que Deus não tem meramente pena dos pecadores e passa-os clandestinamente para o céu se eles pedirem desculpa. Se o fizesse, alguém no céu poderia apontar um dedo acusador a este escritor e dizer: “O quê?! Tu aqui?” Graças a Deus, Ele levou-nos antes à barra da justiça, pronunciando-nos culpados, tendo porém descido, por assim dizer, para pagar a punição dos nossos pecados, declarando-nos, então, justamente justos!
É por isso que a salvação, nas Escrituras, baseia-se no pagamento que Cristo fez da nossa dívida. É por isso que Rom. 3.24 declara que os crentes são “justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.”
“Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor” (Rom. 5:21).
Certamente que o nosso Senhor estava a tentar mostrar ao jovem que era impossível conseguir-se a salvação por se fazer o bem. Guardar a Lei era impossível para qualquer filho de Adão decaído, e a transgressão da Lei só poderia trazer condenação. Ora esta justiça absoluta é a base para a confiança do crente em Deus.
É maravilhoso saber que Deus não tem meramente pena dos pecadores e passa-os clandestinamente para o céu se eles pedirem desculpa. Se o fizesse, alguém no céu poderia apontar um dedo acusador a este escritor e dizer: “O quê?! Tu aqui?” Graças a Deus, Ele levou-nos antes à barra da justiça, pronunciando-nos culpados, tendo porém descido, por assim dizer, para pagar a punição dos nossos pecados, declarando-nos, então, justamente justos!
É por isso que a salvação, nas Escrituras, baseia-se no pagamento que Cristo fez da nossa dívida. É por isso que Rom. 3.24 declara que os crentes são “justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.”
“Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor” (Rom. 5:21).
Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible



