Mais do que vencedores
Dois rapazes lutam num beco nas traseiras. Os punhos voam. Os gritos sobrem de tom da parte de outros jovens que estão presentes. “Dá-lhe forte! Chega-lhe!”
Finalmente um dos dois pavoneia-se com uma postura arrogante, abanando a cabeça e os ombros. Ele venceu!
Mas será que venceu? Olhe para ele. Ele tem um nariz quebrado, um olho negro e marcas na face e braços. E se os olhares matassem ele não viveria, pois apesar dos seus amigos entoarem os seus louvores, o rapaz que ele superou lança-lhe um olhar que diz: “Espera apenas.” Ele não ganhou nada a não ser, talvez, um inimigo amargo e perdurador.
Assim é com as guerras que as nações travam umas com as outras. Por vezes torna-se necessário defender as nossas liberdades, os nossos lares, o nosso modo de vida, pela força das armas, mas raramente, de facto, uma nação vence a guerra. Pelo contrário, perdem todos, mesmo os “vencedores”, pois nas suas “vitórias” semeiam a amargura e o ódio que são sementes de guerras futuras.
Contudo é diferente com “a boa milícia da fé,” pois o Cristão pode sair de cada batalha mais forte do que quando entrou nela. Só o Cristão pode dizer a respeito dos desgostos e desilusões, das dificuldades e dos obstáculos, que atravessam o seu caminho: “... em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por Aquele que nos amou” (Rom. 8:37).
Durante o ministério atarefado de Paulo para Cristo ele sofreu um doloroso “espinho na carne,” e “três vezes or[ou] ao Senhor” para que este fosse removido. O Senhor não achou adequado remover-lhe o espinho, mas respondeu a Paulo: “A Minha graça te basta, porque o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Cor. 12:9).
A resposta de Paulo: “De boa vontade pois me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo .... Porque quando estou fraco então sou forte” (Vers. 9,10). Vá tudo bem, e somos propensos a descuidar o nosso crescimento na vida Cristã. Por outro lado, a adversidade faz com que o Cristão se apoie mais arduamente e ore mais – e nisto jaz a sua força e a sua vitória.
Assim é com as guerras que as nações travam umas com as outras. Por vezes torna-se necessário defender as nossas liberdades, os nossos lares, o nosso modo de vida, pela força das armas, mas raramente, de facto, uma nação vence a guerra. Pelo contrário, perdem todos, mesmo os “vencedores”, pois nas suas “vitórias” semeiam a amargura e o ódio que são sementes de guerras futuras.
Contudo é diferente com “a boa milícia da fé,” pois o Cristão pode sair de cada batalha mais forte do que quando entrou nela. Só o Cristão pode dizer a respeito dos desgostos e desilusões, das dificuldades e dos obstáculos, que atravessam o seu caminho: “... em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por Aquele que nos amou” (Rom. 8:37).
Durante o ministério atarefado de Paulo para Cristo ele sofreu um doloroso “espinho na carne,” e “três vezes or[ou] ao Senhor” para que este fosse removido. O Senhor não achou adequado remover-lhe o espinho, mas respondeu a Paulo: “A Minha graça te basta, porque o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Cor. 12:9).
A resposta de Paulo: “De boa vontade pois me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo .... Porque quando estou fraco então sou forte” (Vers. 9,10). Vá tudo bem, e somos propensos a descuidar o nosso crescimento na vida Cristã. Por outro lado, a adversidade faz com que o Cristão se apoie mais arduamente e ore mais – e nisto jaz a sua força e a sua vitória.
Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible



