A loucura da sabedoria do mundo
Intelectualmente o mundo não tem feito grande progresso desde os dias de Paulo?
Certamente! Em primeiro lugar, os nossos cientistas agora ensinaram-nos a matarmo-nos uns aos outros muito mais depressa. Moscovo, Londres ou Washington podem ser exterminados em escassos minutos, e isso é uma poupança de tempo considerável!
E pense no que se tem conseguido no campo da electrónica! Agora podemos manter pessoas inteligentes coladas aos seus aparelhos de TV horas sem fim, tendo os olhos pregados em espectáculos muitas vezes nocivos, mas por vezes, pelo menos, de entretenimento e ocasionalmente informativos. E penso em muitos aparelhos que poupam tempo nas nossas casas! Estamos todos a poupar tanto tempo que não conseguimos sequer ser hospitaleiros uns para os outros e as nossas instituições mentais estão abarrotadas de pacientes que entram em colapso no usufruto de todo este tempo de lazer.
Depois consideremos as nossas conquistas nos transportes! As nossas ruas estão superlotadas de automóveis cujos condutores se altercam cheios de nervos com o engarrafamento do tráfego e sufocam nos gases mortais de monóxido de carbono, ou disparam em altas velocidades, o que é divertido, até de repente algum objecto lhes surgir à frente como que vindo de nenhures. E o avião! Isto é realmente qualquer coisa! Podemos agora ir pelo ar com tanto barulho e comoção que gente inocente que se estende por quilómetros em volta dos nossos maiores aeroportos não consegue dormir à noite. É claro que a minoria deve estar disposta a sofrer alegremente pela maioria e é importante que grande número de pessoas adquira lugares rápido, rápido, rápido.
Mas tudo isto é nada comparado com o que se passa no espaço exterior. Agora temos toda a espécie de coisas que orbita ali à nossa volta — e não é tudo fragmentos. Inclui alguns instrumentos muito sensíveis, que nos servem fielmente dia a dia. De facto, homens da nossa terra alunaram realmente na lua e trouxeram com eles algumas das suas rochas e pó. Brevemente, talvez, tenhamos gente da linda Nova Inglaterra, ou do excitante Rockies, ou das praias encantadoras do Oregon, a viver nos seus desertos áridos. Maravilhosa perspectiva! E sempre podemos conseguir os necessários biliões dos contribuintes.
Mas o melhor disto é que enquanto temos aspirado alcançar a lua, e até Marte, temos conseguido uma Grande Sociedade que prossegue na terra; uma Sociedade cuja música pagã selvagem quase substituiu as belas melodias e harmonias dos clássicos e cuja "arte" torcida reflecte a confusão desconcertante dos nossos tempos; uma Sociedade em que as crianças e os jovens estão corrompidos, as mulheres são roubadas e estupradas, e homens, mulheres e crianças são assassinados nas ruas.
Oh é maravilhoso! Os jovens universitários acham-se no direito de usarem linguagem imunda, e exigem maior voz nas direcções das nossas instituições de aprendizagem; grupos minoritários desfilam para exprimirem em protesto as suas várias reclamações, amotinando-se e derramando sangue, incendiando e pilhando! E entretanto, sempre muito calmamente, as nossas máfias mais sofisticadas gerem motéis perfeitos e outras organizações de negócios duvidosos despejando sempre um fluxo de narcóticos, literatura pornográfica, etc. na nossa comunidade esclarecida, que tem juízes e jurados a julgarem de modo a favorecer os criminosos, sendo que se algum deles vai parar atrás das barras da prisão, as comissões de libertação de presos deve ajudar a libertá-los tão logo que seja possível, para que a nossa sociedade feliz possa beneficiar da sua experiência e as nossas instituições mentais e penais possam ser mais alargadas. Seguramente isto nunca esteve tão bom.
Graças a Deus pela verdade de Gál. 1:4: “O qual [Cristo] Se deu a Si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de Deus nosso Pai.”
Depois consideremos as nossas conquistas nos transportes! As nossas ruas estão superlotadas de automóveis cujos condutores se altercam cheios de nervos com o engarrafamento do tráfego e sufocam nos gases mortais de monóxido de carbono, ou disparam em altas velocidades, o que é divertido, até de repente algum objecto lhes surgir à frente como que vindo de nenhures. E o avião! Isto é realmente qualquer coisa! Podemos agora ir pelo ar com tanto barulho e comoção que gente inocente que se estende por quilómetros em volta dos nossos maiores aeroportos não consegue dormir à noite. É claro que a minoria deve estar disposta a sofrer alegremente pela maioria e é importante que grande número de pessoas adquira lugares rápido, rápido, rápido.
Mas tudo isto é nada comparado com o que se passa no espaço exterior. Agora temos toda a espécie de coisas que orbita ali à nossa volta — e não é tudo fragmentos. Inclui alguns instrumentos muito sensíveis, que nos servem fielmente dia a dia. De facto, homens da nossa terra alunaram realmente na lua e trouxeram com eles algumas das suas rochas e pó. Brevemente, talvez, tenhamos gente da linda Nova Inglaterra, ou do excitante Rockies, ou das praias encantadoras do Oregon, a viver nos seus desertos áridos. Maravilhosa perspectiva! E sempre podemos conseguir os necessários biliões dos contribuintes.
Mas o melhor disto é que enquanto temos aspirado alcançar a lua, e até Marte, temos conseguido uma Grande Sociedade que prossegue na terra; uma Sociedade cuja música pagã selvagem quase substituiu as belas melodias e harmonias dos clássicos e cuja "arte" torcida reflecte a confusão desconcertante dos nossos tempos; uma Sociedade em que as crianças e os jovens estão corrompidos, as mulheres são roubadas e estupradas, e homens, mulheres e crianças são assassinados nas ruas.
Oh é maravilhoso! Os jovens universitários acham-se no direito de usarem linguagem imunda, e exigem maior voz nas direcções das nossas instituições de aprendizagem; grupos minoritários desfilam para exprimirem em protesto as suas várias reclamações, amotinando-se e derramando sangue, incendiando e pilhando! E entretanto, sempre muito calmamente, as nossas máfias mais sofisticadas gerem motéis perfeitos e outras organizações de negócios duvidosos despejando sempre um fluxo de narcóticos, literatura pornográfica, etc. na nossa comunidade esclarecida, que tem juízes e jurados a julgarem de modo a favorecer os criminosos, sendo que se algum deles vai parar atrás das barras da prisão, as comissões de libertação de presos deve ajudar a libertá-los tão logo que seja possível, para que a nossa sociedade feliz possa beneficiar da sua experiência e as nossas instituições mentais e penais possam ser mais alargadas. Seguramente isto nunca esteve tão bom.
Graças a Deus pela verdade de Gál. 1:4: “O qual [Cristo] Se deu a Si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de Deus nosso Pai.”
Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible



