O plano de Deus para a agenda Gay
Por John MacArthur (na foto)
Se o leitor tem visto os títulos de manchetes de jornais nos últimos anos, talvez tenha observado o incrível aumento do interesse por afirmar a homossexualidade. Quer esteja no âmago de um escândalo religioso, de corrupção política, de legislação radical e da redefinição do casamento, o interesse homossexual tem caracterizado a sociedade. Isso é uma indicação do sucesso da agenda gay.
Mas, infelizmente, quando as pessoas se recusam a reconhecer a pecaminosidade do homossexualismo — chamando ao mal de bem e ao bem de mal (Is 5.20), elas fazem-no em prejuízo de muitas almas e, talvez, de si mesmas.
Como reagir ao sucesso da agenda gay? Deve-se aceitar a tendência recente em direcção à tolerância? Ou ficar ao lado daqueles que excluem os homossexuais e condenam com veemência o pecado? A Bíblia exorta-nos a um equilíbrio entre o que as pessoas consideram duas reações opostas — condenação e compaixão. De facto, essas duas atitudes juntas são elementos essenciais do amor bíblico, do qual os homossexuais necessitam desesperadamente.
Se Paulo pregou o mesmo Evangelho que aqueles que o antecederam, então porque é que ele o denomina de "o meu Evangelho" três vezes?



