Os Islâmicos são idólatras
Nenhum Cristão tem com a Bíblia uma relação tão forte quanto o Muçulmano tem com o Alcorão, mas … note-se em quê e porquê. Para o Cristão, o que importa é o TEXTO da Bíblia, não o livro em si. Por isso os Cristãos fazem Bíblias de todo tamanho, em todo papel e em todo tipo de capa, em todas as línguas.Por isso transportam-na debaixo do braço, sublinham-na, emprestam-na aos outros, deixam-na em gavetas de hotel. A Palavra é o que importa. O livro é só um suporte.
O Muçulmano, porém, vê o Alcorão como um objecto em si sagrado, um autêntico ídolo. Não há edições de bolso do Alcorão: todas elas são caprichadas e cheias de ornamentos tipográficos, com capas duras e laminadas. Não se concebe abandonar um Alcorão numa gaveta de hotel para um hóspede ler: ele deve ser guardado com reverência e somente muda de dono através de presente, que em hipótese alguma pode ser recusado. Um exemplar danificado não pode ser queimado, tem de ser sepultado (sim, sepultado!). Tanta é a reverência, que o Alcorão, oficialmente, só existe em Árabe. Todas as traduções existentes são consideradas pelos religiosos apenas como "interpretações" ou "comentários".
A consequência disto é, inevitavelmente, o Alcorão, enquanto objecto, tornar-se na prática um ídolo.



