A história por detrás ... Mantém acesas as luzes mais baixas

Numa das reuniões evangelísticas realizada na América por D.L. Moody, ele relatou a história de um naufrágio numa noite escura e tempestuosa, quando nem mesmo uma estrela era visível no céu. Um navio aproximava-se do porto de Cleveland, trazendo um piloto a bordo. O comandante, notando apenas uma única luz quando se aproximavam - a do farol - perguntou ao piloto se tinha a certeza de que aquele era o porto de Cleveland, já que outras luzes deveriam estar acesas à entrada do porto. O piloto respondeu que tinha a certeza, e então o comandante perguntou:
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Alguém está a Cantar um Hino em Algum Lugar.
Muitos de nós crescemos em contextos teológicos onde os salmos eram conhecidos, mas não cantados. Estes contextos teológicos são anomalias ao longo da história da Igreja. E. F. Harrison observou que "A Salmodia era uma parte do culto na sinagoga que, naturalmente, passou para a vida da igreja." Calvin Stapert fala da "promoção entusiasta do canto dos salmos" por parte dos pais que ele diz, "chegou a um pico sem precedentes no século IV." James McKinnon fala de "uma onda sem precedentes de entusiasmo" pelos salmos, na segunda metade do século IV. Hughes Oliphint Old argumentava que para o canto dos salmos Calvino apelava para os historiadores da Igreja (por exemplo, Eusébio, Sócrates, Sozomen), assim como para os Pais da Igreja (por exemplo, Agostinho, Basílio, Crisóstomo). Embora os reformadores não defendessem o canto exclusivo dos Salmos eles expressavam "alguma parcialidade para com os salmos, hinos extraídos das Escrituras."