A cultura global da Juventude
Não importa para onde te dirijas – Ásia, África, América Latina, América do Norte, Europa, Médio Oriente – a face do Século XXI é a face dos jovens. Eles são metade da população, e se eles não forem alcançados por Jesus durante os seus primeiros anos, provavelmente viverão, morrerão e passarão a eternidade sem Cristo! Ninguém que queira exercer o ministério da reconciliação que recebeu do Senhor (2 Cor. 5.18) pode ignorar metade do mundo. – especialmente a metade que, de longe, está mais propensa em aceitar Cristo. Mas a despeito do facto de haver tantos jovens ... de eles serem as pessoas mais urgentes de serem alcançadas para Cristo ... de eles serem o futuro do nosso mundo – o impacto da igreja, dos evangelistas sobre este grupo etário tem sido tragicamente pequeno.
Ao mesmo tempo, o impacto da cultura ocidental juvenil decadente sobre esta geração tem sido massivo.
Quase em toda a parte para onde te dirijas no mundo, os jovens escutam a mesma música, vêem os mesmos vídeos e espectáculos televisivos, usam o mesmo vestuário, cometem os mesmos erros trágicos – e necessitam do mesmo Salvador. Apesar dos jovens falarem a mesma linguagem linguística dos seus pais, eles falam a mesma linguagem cultural dos seus colegas em todo o mundo. Assim, um jovem em Tóquio pode ter mais em comum com os seus colegas da Tanzânia, Irão, ou América, que com os seus pais! Ele, ou ela, é um filho do que se tem tornado a cultura juvenil mundial.
Cada um de nós tem encontrado esta ligação juvenil universal nos nossos contactos com a geração seguinte. Numa casa cuidadosa em Capetown, na África do Sul, por exemplo, vi um jovem colado a um pequeno aparelho de TV, vendo um vídeo musical de rap Americano. Em Guadalajara, no México, os jovens falavam dum dos espectáculos mais populares da rádio na cidade – o programa “Top 40 da Música” Americana.
Os jovens das Filipinas contaram-me que gostam da música, filmes, e TV Americanas, incluindo um dos seus programas favoritos, “Dawson’s Creek”, que retracta frequentemente a sexualidade activa dos jovens. Um líder juvenil respeitado na África do Sul disse-me, “É como se alguém carregasse todo o lixo da cultura juvenil Americana num barco, e o enviasse para a África do Sul, e o lançasse aqui. Demorou 40 anos os vossos jovens chegarem a este ponto; os nossos jovens estão a receber tudo num grande carregamento!”
O que este jovem líder disse acerca do seu país pode ser ecoado tragicamente por todo mundo.
Enquanto as mensagens tenebrosas, violentas, e imorais da cultura juvenil ocidental está a moldar os jovens em todos os países, muitas vezes eles ainda têm de ouvir a mensagem de Jesus dum modo que possam compreender. Aqueles de nós que representamos Cristo muitas vezes sentimos como se não soubéssemos por onde começar a avançar para esta geração. Nós não os compreendemos, eles podem parecer intimidantes e espiritualmente desinteressados, e eles estão fora do alcance da nossa zona de conforto pessoal. Assim contentamo-nos por fazer o que é comparativamente fácil: focando a maior parte ou todo o nosso ministério sobre os adultos, com quem nos sentimos mais confortados e compatíveis.
Mas se o fizermos, estaremos a perder a próxima geração para as trevas. Estaremos a abandonar os que são mais propensos a crer em Cristo – pelo menos três quartos das pessoas que se convertem a Cristo fazem-no com a idade de 18 anos. Ninguém com o coração do Mestre para buscar e salvar o que se havia perdido» (Lucas 19.10) pode ficar contente em deixar os jovens viverem e morrerem sem Jesus. Este grupo etário massivo mais alcançável deve ser o maior objectivo de qualquer ministério evangelístico, seja evangelismo em massa, de pequenos grupos, de media, de literatura, ou pessoal.
Mas a “geração milenial”, tão diferente das gerações que a antecederam, não responderá à tradicional aproximação com a qual nos sentimos confortados. Se continuarmos a fazer o que temos estado a fazer, alcançaremos tantos jovens quantos temos estado a alcançar. E dada a percentagem que eles representam na população de cada nação, dada a pequena probabilidade de eles virem a conhecer Cristo depois dos anos da sua juventude, temos a missão urgente de encontrar formas eficazes de «mostrar (falar) à geração futura» (Salmo 78.4).
A geração milenial pode ser o maior desafio que a igreja de Jesus Cristo enfrenta hoje. Mas eles também são a maior oportunidade que a igreja enfrenta hoje. Porque eles têm sido muitas vezes mais influenciados pela cultura juvenil mundial do que pela geração anterior, eles estão cada vez mais desligados dos valores e lealdade religiosa anteriores. Desde os jovens da Rússia à China, passando por todos os demais, estão todos preparados para a ceifa. Eles não decidiram ainda no que crer, que causa abraçar, em quem confiar com o seu coração. Satanás decerto que sabe disso – e ele está totalmente mobilizado para capturar os seus corações.
Nós que servimos o Cristo vivo não façamos menos.
Ao mesmo tempo, o impacto da cultura ocidental juvenil decadente sobre esta geração tem sido massivo.
Quase em toda a parte para onde te dirijas no mundo, os jovens escutam a mesma música, vêem os mesmos vídeos e espectáculos televisivos, usam o mesmo vestuário, cometem os mesmos erros trágicos – e necessitam do mesmo Salvador. Apesar dos jovens falarem a mesma linguagem linguística dos seus pais, eles falam a mesma linguagem cultural dos seus colegas em todo o mundo. Assim, um jovem em Tóquio pode ter mais em comum com os seus colegas da Tanzânia, Irão, ou América, que com os seus pais! Ele, ou ela, é um filho do que se tem tornado a cultura juvenil mundial.
Cada um de nós tem encontrado esta ligação juvenil universal nos nossos contactos com a geração seguinte. Numa casa cuidadosa em Capetown, na África do Sul, por exemplo, vi um jovem colado a um pequeno aparelho de TV, vendo um vídeo musical de rap Americano. Em Guadalajara, no México, os jovens falavam dum dos espectáculos mais populares da rádio na cidade – o programa “Top 40 da Música” Americana.
Os jovens das Filipinas contaram-me que gostam da música, filmes, e TV Americanas, incluindo um dos seus programas favoritos, “Dawson’s Creek”, que retracta frequentemente a sexualidade activa dos jovens. Um líder juvenil respeitado na África do Sul disse-me, “É como se alguém carregasse todo o lixo da cultura juvenil Americana num barco, e o enviasse para a África do Sul, e o lançasse aqui. Demorou 40 anos os vossos jovens chegarem a este ponto; os nossos jovens estão a receber tudo num grande carregamento!”
O que este jovem líder disse acerca do seu país pode ser ecoado tragicamente por todo mundo.
Enquanto as mensagens tenebrosas, violentas, e imorais da cultura juvenil ocidental está a moldar os jovens em todos os países, muitas vezes eles ainda têm de ouvir a mensagem de Jesus dum modo que possam compreender. Aqueles de nós que representamos Cristo muitas vezes sentimos como se não soubéssemos por onde começar a avançar para esta geração. Nós não os compreendemos, eles podem parecer intimidantes e espiritualmente desinteressados, e eles estão fora do alcance da nossa zona de conforto pessoal. Assim contentamo-nos por fazer o que é comparativamente fácil: focando a maior parte ou todo o nosso ministério sobre os adultos, com quem nos sentimos mais confortados e compatíveis.
Mas se o fizermos, estaremos a perder a próxima geração para as trevas. Estaremos a abandonar os que são mais propensos a crer em Cristo – pelo menos três quartos das pessoas que se convertem a Cristo fazem-no com a idade de 18 anos. Ninguém com o coração do Mestre para buscar e salvar o que se havia perdido» (Lucas 19.10) pode ficar contente em deixar os jovens viverem e morrerem sem Jesus. Este grupo etário massivo mais alcançável deve ser o maior objectivo de qualquer ministério evangelístico, seja evangelismo em massa, de pequenos grupos, de media, de literatura, ou pessoal.
Mas a “geração milenial”, tão diferente das gerações que a antecederam, não responderá à tradicional aproximação com a qual nos sentimos confortados. Se continuarmos a fazer o que temos estado a fazer, alcançaremos tantos jovens quantos temos estado a alcançar. E dada a percentagem que eles representam na população de cada nação, dada a pequena probabilidade de eles virem a conhecer Cristo depois dos anos da sua juventude, temos a missão urgente de encontrar formas eficazes de «mostrar (falar) à geração futura» (Salmo 78.4).
A geração milenial pode ser o maior desafio que a igreja de Jesus Cristo enfrenta hoje. Mas eles também são a maior oportunidade que a igreja enfrenta hoje. Porque eles têm sido muitas vezes mais influenciados pela cultura juvenil mundial do que pela geração anterior, eles estão cada vez mais desligados dos valores e lealdade religiosa anteriores. Desde os jovens da Rússia à China, passando por todos os demais, estão todos preparados para a ceifa. Eles não decidiram ainda no que crer, que causa abraçar, em quem confiar com o seu coração. Satanás decerto que sabe disso – e ele está totalmente mobilizado para capturar os seus corações.
Nós que servimos o Cristo vivo não façamos menos.
- R.H.