Alcançando a Cultura Juvenil



     Se o leitor quiser escrever em cimento, tem de colocar nele a sua marca enquanto ele está mole.

     Usualmente o coração dos jovens é um coração ainda mole. Mas à medida que o tempo passa o cimento endurece. Oitenta e cinco por cento das pessoas que aceitam Cristo fazem-no antes de terminarem o ensino secundário. 

     A sua assembleia está a conseguir marcar a juventude de hoje?

     Juventude, hoje, é uma palavra que descreve mais que um grupo etário; descreve uma cultura separada. Os valores, a linguagem e os problemas dos jovens são únicos. Neste momento o planeta é habitado por mais de um bilião deles.

     Há uma batalha espiritual enfurecida contra os jovens. O inimigo procura neutralizar espiritualmente uma geração inteira de modo a que as gerações também vivam sem Deus. Cremos que a juventude se trata duma “geração decisiva”.


O Progresso de Satanás

     Ron Hutchcraft, resumiu assim o progresso que Satanás já conseguiu:

     ·        Nos anos 50 os jovens perderam a sua inocência.

     ·        Nos anos 60 os jovens perderam o respeito pela autoridade.

     ·        Nos anos 70 os jovens perderam o seu amor.

     ·        Nos anos 80 os jovens perderam a esperança e voltaram-se para o suicídio.

     ·        Nos anos 90  os jovens praticamente não ouviram falar de Cristo.

     E agora? Os jovens “perdidos” nada sabem de Jesus, e os jovens “encontrados” não vivem para Ele.


Como Alcançá-los?

     Como crentes mais velhos, a nossa tendência é pensar que todos nós temos que comunicar as Boas Notícias de Jesus Cristo, e que os jovens responderão. Mas para os jovens hoje, a sua vida presente é mais importante do que a verdade acerca duma vida futura. Eles só se tornam na verdade do Evangelho se ela tocar a sua vida agora. Com a cultura juvenil, como com todas as outras culturas, o evangelismo eficaz usualmente vai de encontro à “necessidades sentidas”, antes de ir de encontro à “necessidade real” da vida eterna por meio de Jesus Cristo.

     O Senhor Jesus é o modelo. A Sua mensagem nunca mudou, mas Ele adaptou constantemente a Sua aproximação para ir de encontro às “necessidades sentidas” do ouvinte. Com um homem velho (Nicodemus), Ele falou acerca de novo nascimento. Com uma mulher sedenta, Ele falou de água. Aos pescadores falou de pesca.

     O apóstolo Paulo seguiu o exemplo do Mestre. Em I Coríntios 9.20-23 ele descreve os Judeus, os Gentios, os que tinham a lei, e os que não tinham. Ele fez uma abordagem diferente a cada um deles. A mensagem no Areópago (Actos 17.16-34) foi diferente da que pregou na Sinagoga (Actos 17.1-4).

     Sejamos sábios no modo de anunciarmos o Evangelho aos jovens!

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