
“Cada vez que um buraco é cavado no Oriente, um ateu se converte no Ocidente”, diz o ditado popular comum entre os apologistas cristãos, referindo-se ao grande número de evidências e provas que a arqueologia bíblica revela, confirmando os factos narrados pela Bíblia, tanto no Antigo Testamento quanto no novo.
Outra grande descoberta arqueológica que veio à tona esta semana vem para confirmar, mais uma vez, a inerrância das Escrituras Sagradas, ao revelar ruínas da época em que Jerusalém foi destruída pelos Babilónios em 587 a.C, cerca de 2.600 anos atrás.
O achado ocorreu no sítio arqueológico da Cidade de David, localizado no Parque Nacional dos Muros de Jerusalém, capital de Israel. Vários artefatos raros foram encontrados, desde pedaços de cerâmica, escamas de peixe e ossos, até jarros de armazenamento com selos de uma roseta.
Ler mais …16-09-2018 - Descoberta arqueológica comprova que Jerusalém foi destruída pelos Babilónios, há...

Este escritor tem sido frequentemente criticado pela sua alegada inconsistência em “eliminar” o batismo na água do programa de Deus para hoje, enquanto se apega à celebração da Ceia do Senhor.
Essa crítica é baseada na suposição não bíblica de que o batismo na água e a Ceia do Senhor andam juntos nas Escrituras e no programa de Deus para a presente dispensação.
Bem, lembramo-nos de como uma espantosa má citação de Colossenses 2:14 nos levou a um estudo inicial sobre este assunto. Um ensinador da Bíblia de alguma importância tinha “citado” a passagem assim: “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, deixando-nos duas, o batismo na água e a Ceia do Senhor …”.
Ler mais …O Batismo na água e a Ceia do Senhor