
“Por favor, Senhor, que Stephen viva!”, foi a prece desesperada que Jane Wilde expressou em voz baixa em 1985, quando lhe disseram por telefone que o seu marido, o famoso cientista Stephen Hawking, teria que ser desligado do respirador após entrar em coma por uma pneumonia virulenta.
Jane recorda esta cena no seu livro “Rumo ao infinito”, onde conta que se aferrou a Deus nesta ocasião como em muitas outras vezes. Esse Deus no qual ela sempre acreditou “para resistir e manter a esperança” frente ao ateísmo fervente de seu marido doente, que desprezava e inclusive gozava das suas “superstições religiosas”, porque “a única deusa de Stephen Hawking foi sempre a Física”.
Em entrevista dada ao jornal espanhol El Mundo, a ex-esposa recorda que os médicos suíços lhe deram a entender que não havia nada a fazer, e que se ela autorizasse, desligariam o respirador artificial para deixá-lo morrer com a mínima dor possível. “Desligar o respirador era impensável. Que final mais ignominioso para uma luta tão heroica pela vida! Que negação de tudo pelo que eu também tinha lutado! A minha resposta foi rápida: Stephen deve viver”, afirmou.
Ler mais …15-03-2018 - A Minha fé ajudou a manter Stephen Hawking vivo, diz ex-esposa do físico falecido ontem
Sempre que alguém ensina uma doutrina que é contrária à opinião popular, a maioria das pessoas automaticamente rejeita-a sem pensar sobre o assunto. Isto é especialmente verdade na questão do batismo. A Cristandade sempre praticou o batismo na água, embora de muitos modos diferentes e por muitas razões diferentes. Alguns ensinam que o batismo realmente contribui para a salvação, enquanto outros ensinam que o batismo é só um testemunho de uma transformação interior. Mas embora a maioria dos batistas difiram entre si quanto ao significado da cerimónia, no entanto estão todos juntos na rejeição da suficiência do “um só” batismo divino pelo qual o Espírito Santo coloca o pecador que crê em Jesus Cristo.
Ler mais …Porque não posso praticar o Batismo na Água? (I)