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O que poderíamos ter feito para salvar o meu colega?

Billy Graham


Pergunta
: A minha escola está em estado de choque, porque na semana passada, um dos nossos colegas se suicidou. Ele sempre pareceu uma pessoa agradável, embora eu ache que ele não tivesse muitos amigos. O que é que nós poderíamos ter feito? Eu sinto-me culpado por não o ter ajudado de alguma forma. - J.J.

Resposta: Sempre que respondo a uma pergunta sobre suicídio nesta coluna, estou profundamente consciente de que alguém que esteja a lê-la, pode estar a pensar suicidar-se, e eu levo isso muito a sério. Eu só queria poder colocar o meu braço em volta do seu ombro e garantir-lhe o meu amor - e acima de tudo, o amor de Deus por ela. Não importa o quão desesperada ou deprimida se possa sentir, com Cristo há esperança. Lance mão d’Ele, e também de alguém que a possa ajudar nos seus problemas.

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19-06-2017 - Em Portugal, católicos diminuem, protestantes e testemunhas de Jeová aumentam

igreja catolica vazia

 

     O número de católicos tem vindo a diminuir em Portugal em contraponto com outras confissões religiosas, com destaque para o universo protestante, incluindo evangélicos, e para as testemunhas de Jeová, que aumentaram.

     Conduzido pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião e pelo Centro de Estudos de Religião e Culturas da Universidade Católica Portuguesa, o estudo "Identidades religiosas em Portugal, representações, valores e práticas" foi patrocinado pela Conferencia Episcopal Portuguesa e baseia-se num inquérito a cerca de quatro mil pessoas com pelo menos 15 anos.

     O estudo que aponta para esta realidade numérica dos católicos é de 2012, mas segundo disse à Lusa o seu autor, o sociólogo Alfredo Teixeira, mantém-se atual.

     Ao pretender perceber como é que os portugueses se situam perante o fenómeno religioso, este trabalho revelou que de 1999 a 2011 os católicos diminuíram 7,4 pontos percentuais passando de 86,9% da população para 79,5%.

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Não encontro Deus na cabana!

A.cabana

     Não encontramos Deus na "A Cabana". Encontramos a Deus na leitura reverente das Escrituras Sagradas.

     A trama do livro é muito boa, prende a atenção e o autor é muito vívido na sua escrita, de forma que prende o leitor do início ao fim. Quando li o livro, lembro-me de ter terminado em muito pouco tempo. Ele acerta muito em tratar de um tema que atrai a todos: falar do sofrimento humano e apresenta de alguma maneira uma resposta a ele, uma vez que trata da morte da filha do personagem principal, que foi assassinada cruelmente, e a revolta do mesmo contra Deus por ter permitido tudo aquilo. Qual o grande problema do livro? Primeiramente, o livro traz a trindade (Pai, que na verdade é apresentado como mãe, Filho, que é Jesus, e Espírito Santo, apresentado como Sarayu, uma menina oriental, talvez evocando o misticismo oriental).

     A partir daí, ele passa a mostrar o caráter da sua trindade. Um deus bem diferente do Deus das Escrituras. Ao lermos a Bíblia, encontramos o verdadeiro Deus. Um Deus muito mais complexo, que tem em Seu caráter diversos atributos como bondade, amor (1 Jo 4.8), justiça (Na 1.2,3), verdadeiro (Nm 23.19), soberania (Sl 115.3), eternidade (1 Tm 1.17), imutabilidade (Tg 1.17), omnipresença e omnisciência (Sl 139.4-9), omnipotência (Jó 37.23), santidade (Is 6.3) e que é Espírito invisível ( Jo4.24, e que é visível apenas em Cristo). Ao dar forma ao Pai e ao Espírito já temos um grande problema. Deus não pode ser visto. E quando pecadores se encontram com Ele, a sensação não é de questionamento, mas de terror. João cai como morto, Daniel também. Isaías pensa que vai morrer. Deus é santíssimo.

     Outro grande problema é que o deus da cabana (ou o deus do Yong) é apenas um deus de amor, que não demanda nada do homem, quer apenas relacionamento. Diferentemente do Deus da Bíblia, que é um Deus Justo e Santo. Que nos revela em Levítico 19 que nós devemos ser santos, povo separado para ele, e ser santo significa andar nos seus mandamentos em amor (explicação na sequência do cap. 19). Deus tanto salva aquele que é justo (declarado justo pela fé em Jesus, que se fez justiça em nosso lugar), quanto condena o ímpio. Infelizmente, aparentemente Yong é universalista.

     Por fim, o deus da cabana trata do sofrimento como resultado apenas do livre-arbítrio humano. Ele não tem propósito bom algum no sofrimento, na verdade ele não tem nada a ver com isso. Aparentemente, Yong é um Teísta aberto também, infelizmente. Desta maneira, ele não apenas esvazia a santidade e justiça de Deus, como Sua soberania. A Bíblia revela-nos um Deus que é soberano e que nada foge ao Seu controlo. Como lemos no Salmo 115.3 “Nosso Deus está nos céus, e pode fazer tudo o que Lhe agrada”. Tudo que acontece está debaixo de Sua vontade, mesmo que permissiva. Ele tem um propósito em todas as coisas, mesmo que não entendamos. Tudo caminha para um fim glorioso, tudo coopera para o bem daqueles que O amam, tudo o glorifica no fim.

Por isso, defendo que na "A cabana" não podemos encontrar o verdadeiro Deus, mas somente nas Escrituras Sagradas.

- Daniel Simoncelos

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O que se pode fazer pelas almas no Purgatório? (5)

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IV. A CONVERSÃO DE UMA CATÓLICA

    Uma pobre mulher que estava a morrer num dos nossos grandes hospitais tinha sido educada na Igreja Católica Romana. Ela não tinha sido uma boa católica e agora os seus pecados estavam a atormentá-la e ela chorava de angústia: "Os meus pecados! O que tenho de fazer para me livrar deles?" Uma freira de rosto doce passava pela enfermaria, e vendo a aflição dela falou com ela gentilmente. “Ó irmã ", disse a mulher, "pode chamar um padre para que eu possa confessar os meus muitos e muitos pecados e estar preparada para a morte?"

     "Sim, vou falar com o pároco. Mas, enquanto isso, deixe-me colocar este Escapulário em torno do seu pescoço. Poderá ajudá-la, pelo menos um pouco, se morrer antes de o padre vir." E lá foi ela.

     Entretanto, como na provisão de Deus, uma missionária da cidade estava a passar pela enfermaria e ela ouviu gemidos, pois o Escapulário não lhe dera paz. Ela disse: "Minha pobre mulher, parece estar em grande aflição."

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