
Orai sem cessar. 1 Tessalonicenses 5;17
Foi Charles Spurgeon quem disse: “Não é a duração das nossas orações, mas a força das nossas orações que faz a diferença”. Às vezes é fácil orar com os clichês apropriados e não ter nenhuma ligação ao Céu. Ao adorares, pode ser mais eficaz dizeres de coração, “Graças a Deus pois pelo seu dom inefável” (2 Coríntios 9:15), do que dedicares dez minutos revelando o teu conhecimento das ofertas levíticas.
— Brian Russel
Choice Gleanings (Respites Selecionados)

Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Pergunta: Participei num pequeno-almoço de oração no início deste ano e todos os oradores mencionaram a oração, mas, para além de uma oração de abertura e encerramento (feita por pessoas de crenças opostas), não houve oração, mas apenas todos a gabarem-se da frequência com que oram. No entanto, todos eles alegaram que o nosso país não poderia ser curado se não orássemos. Podemos realmente orar por aquilo que queremos e é esse o propósito da oração? – P.P.
Resposta: O escritor de hinos do século XIX, Maltbie Babcock, disse: “As nossas orações devem significar algo para nós, se é que significam algo para Deus”. Escusado será dizer que se as nossas orações forem sem propósito, sem sentido e misturadas com dúvidas, não serão respondidas. A oração é mais do que um desejo voltado para o Céu; é a voz da fé dirigida a Deus.
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