Alaina, a menina na foto, tem 12 anos, frequenta o 7º ano, no Kansas, EUA.
Ela gosta de confessar a sua fé em Cristo e fazer uma diferença nas vidas de todos os que encontra.
Ela escreveu o texto que se segue na escola. A sua professora disponibilizou-o. As lágrimas vieram aos olhos dos seus pais quando ela declamou-o em casa.
Pergunta: A minha prima tem uma série problemas pessoais, e sempre que eu a vejo ela passa horas a falar-me deles. Tenho procurado aconselhá-la, mas agora interrogo-me se ela quererá realmente resolver os problemas dela, ou se quer ser simplesmente o centro das atenções. Será isto possível? – Srª R.K.
Resposta: Sim, é possível; algumas pessoas preferem ter a nossa simpatia do que a nossa ajuda, porque realmente desfrutam da atenção que aquela lhes traz - e sabem que não a podem obter de outra forma.
Joni Eareckson Tada, defensora Cristã da deficiência, denuncia a declaração religiosa emitida por Pat Robertson, de que pode ser justificável uma pessoa divorciar-se de um cônjuge que tenha a grave doença de Alzheimer.
Joni diz que ficou "espantada" com a declaração de Robertson transmitida recentemente no seu programa Clube 700. Robertson disse que não obstante os casais terem votado continuar casados toda a vida, a doença de Alzheimer é "uma espécie de morte ", que pode sancionar o cônjuge divorciar-se e procurar nova companhia.
"Pat Robertson pode ter alguns pontos de vista muito subjectivos sobre quando é que acha que uma pessoa 'morre', mas a ciência prova que ele está errado", diz ela à Associated Press. "Há uma realidade objectiva de que a pessoa com a doença de Alzheimer ainda está viva, ainda respira."