Kim Jong-un é o líder ditador da Coreia do Norte (Foto: reprodução)
Os governos de cinco dos países de maiores ditaduras no mundo estão a intensificar o controlo sobre as igrejas cristãs, de acordo com uma análise de uma organização de monitorização da perseguição religiosa, que afirma que as igrejas enfrentam crescentes restrições legais, financeiras e operacionais sob os regimes da China, Cuba, Laos, Coreia do Norte e Vietnã.
Segundo uma análise do grupo International Christian Concern, com sede nos EUA, as autoridades da China exigem que as igrejas se registrem junto ao Estado e operem sob um sistema chamado sinização, que determina que os sermões e as práticas incorporem elementos culturais chineses e a ideologia do Partido Comunista.
O documento acrescenta que as igrejas na China também devem se submeter a auditorias financeiras realizadas por funcionários do governo e divulgar todas as fontes e usos de seus recursos.
“Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo” 1 Pedro 1:7
Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálix anunciais a morte do Senhor, até que venha. 1 Coríntios 11:26
“Negociai [sejam ativos] até que Eu venha” (Lucas 19:13) disse o Senhor. Há muitas coisas que devemos fazer até que Ele venha. Caminharmos, trabalharmos e esperarmos como Ele nos instruiu. Mas talvez o mais importante, adorarmo-Lo quando “anunciamos a morte do Senhor até que Ele venha”. A Ceia do Senhor manifesta o nosso Senhor de formas maravilhosas; a Sua encarnação, divindade e humanidade; a Sua morte, sepultamento e ressurreição; e a substituição e expiação que Ele realizou por nós. Lembrares-te d’Ele era importante para o Senhor naquela época e é importante agora. Deveria ser assim para nós também.
— Gaius C. Goff Choice Gleanings (Respigos Selecionados)
Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Pergunta: Numa cultura que procura satisfação imediata, é difícil ensinar aos meus filhos a virtude da paciência quando eu próprio sou impaciente em relação a quase tudo. Qual é a chave para aprender aquilo que a Bíblia chama de atributo? – I.M.
Resposta: A paciência refere-se à firmeza de uma pessoa quando é irritada ou quando enfrenta conflitos. Suportar maus-tratos sem ira ou retaliação é fruto do Espírito, referido nas Escrituras como domínio próprio (ver Gálatas 5). A nossa vida deve ser caracterizada pela paciência, algo essencial para desenvolver um caráter estável e integridade. É por isso que Deus permite que dificuldades, inconveniências, provações e até sofrimento venham ao nosso encontro com um propósito específico: ajudar a desenvolver a atitude correta para o crescimento da paciência na nossa vida.
A maioria das pessoas admite que a paciência não é o seu ponto forte. No entanto, é importante considerar as necessidades e os pensamentos dos outros, especialmente quando as coisas estão fora do nosso controlo. Também devemos guardar-nos contra o egoísmo. A paciência não é simplesmente suportar com os “dentes cerrados”. É uma atitude de expectativa.
“Sede pois, irmãos, pacientes”, diz a Bíblia. “Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência… Sede vós também pacientes, fortalecei os vossos corações; porque já a vinda do Senhor está próxima.” (Tiago 5:7–8). O lavrador observa pacientemente a sua terra aparentemente estéril porque sabe que haverá resultados. Ele tem paciência no seu trabalho porque haverá fruto do seu labor. À medida que procuramos viver para o Senhor, devemos demonstrar paciência, sabendo que a nossa obediência a Ele produzirá bons frutos que Ele aceitará na eternidade. Quando pedimos a Deus paciência — e depois a praticamos em todos os aspetos da vida — isso será um maravilhoso testemunho para os outros.
- Billy Graham
(Esta coluna baseia-se nas palavras e escritos do saudoso Billy Graham.)
Um Cristão de origem muçulmana teve o braço e uma costela quebrados após ser perseguido por causa da sua fé e por distribuir Bíblias no Afeganistão.
Mesmo diante das ameaças, os afegãos que se rendem a Cristo não têm negado a fé. Pelo contrário, continuam a ser fiéis ao Senhor como Seus embaixadores, ainda que isso custe sua segurança e a própria saúde.
“O Evangelho não tem fronteiras e não tem limites, podendo alcançar qualquer país. E os testemunhos vindos do Afeganistão mostram que Deus está a agir. Contudo, a obra do Evangelho muitas vezes tem um preço”, contou Neemias, um líder da organização cristã FMI.