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02-05-08 - Em Estados pró-homossexuais pessoas irmãs são cidadãos de segunda classe

Homens voltam e vendam olhos à justiça ao optarem pela senda do pecado     Vá lá a gente compreender este mundo injusto, é o que estão certamente a pensar duas irmãs inglesas, de 90 e 82 anos, que acabam de ver a sua petição negada pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. As senhoras, Joyce e Sybil Burden, que vivem juntas desde que nasceram, na cidade de Marlborough no condado de Wiltshire, no sudoeste da Inglaterra, descobriram certo dia que quando uma delas morrer, a outra será obrigada a pagar 40% do valor da casa em impostos sucessórios, ou seja, caso um delas venha a falecer, o imposto sobre herança será tão alto que a irmã sobrevivente será obrigada a vender a casa paterna em que ambas viveram a vida inteira.

     Seria sempre uma imposição pesadíssima, mas se toda a gente tivesse a mesma obrigação, provavelmente as senhoras nunca se teriam sentido discriminadas. Simplesmente, vieram a saber que os casais de gays e lésbicas que moravam por ali perto estavam dispensados de impostos sobre a herança recebida do outro. «Não é justo. Se dissermos que somos lésbicas temos privilégios, mas se assumirmos que coabitamos há mais de oitenta anos como irmãs, o Estado penaliza-nos», protestou Joyce, ao saber ontem da decisão.

     Elas são duas mulheres. Elas viveram uma vida inteira juntas. No entanto, aqueles privilégios que hoje em dia são concedidos a parceiros homossexuais pervertidos serão negados a elas.

     Assim, há décadas, as duas irmãs recorrem na justiça. Primeiramente, elas recorreram às instituições britânicas e, finalmente, ao Tribunal de Justiça Europeu.

     O processo já corre desde 1976, e chegou ao Tribunal Europeu como último recurso, mas o injusto tribunal em Strasburg rejeitou em caráter definitivo a sua objeção contra uma decisão anterior do tribunal com proporção de 15 votos contra 2.

A discriminação de pares de irmãs em face a uniões de homossexuais não seria nenhuma “discriminação injusta” — afirmaram os juízes pró-homossexualismo, segundo informação da “rádio britânica”.

     O argumento espúrio do tribunal: a ausência de um pacto jurídico vinculativo entre as reclamantes tornou a sua coabitação, apesar de sua duração, em algo “essencialmente diferente” de um casamento ou uma união homossexual.

Tudo se torna assim mais claro. Desta forma, o Estado britânico tem de assumir que a sua estratégia é de premiar os casais homossexuais e hetrossexuais, e castigar os outros «estados civis».

     Joyce Burden comentou: “Se fôssemos duas lésbicas, teríamos todos os direitos do mundo”.

     Como irmãs que moram juntas, tudo o que elas queriam era ter os mesmos direitos que casais ou parceiros homossexuais já têm.

     A moral disto é simples: em Estados pró-homossexuais pessoas irmãs são cidadãos de segunda classe.

     É para este patamar de injustiça que caminham os países que voltam as costas a Deus e à Sua Palavra.

     "O caminho do ímpio é abominável ao SENHOR, mas ao que segue a justiça ele ama" (Provérbios 15:9).

FRUINDO DA ADMIRÁVEL GRAÇA DE DEUS,
A NOSSA MISSÃO É AJUDAR TODOS 
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"... vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão" (2 Coríntios 6:1).
Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus ... (Efésios 3:2)
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