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03-11-08 - Cerca de metade dos portugueses são a favor da eutanásia

eutanasia.jpg     Diversos povos, como os celtas, por exemplo, tinham por hábito que os filhos matassem os seus pais quando estes estivessem velhos e doentes. Na Índia os doentes incuráveis eram levados até a beira do rio Ganges, onde lhes eram obstruídas as suas narinas e a boca com barro. Uma vez feito isto eram atirados ao rio para morrerem.

     O Evangelho libertou estes e outros povos destas e doutras práticas maléficas. Actualmente os povos tendem a voltar as costas ao Evangelho e mergulham de novo nas trevas. O ressurgimento do paganismo na Europa e no mundo já não é uma realidade disfarçada.

     Um estudo da Eurosondagem para a Renascença/SIC/Expresso, divulgado no passado dia 1 mostra que cerca de metade dos portugueses são a favor da eutanásia. 50,1 por cento dos inquiridos afirmam ser a favor da eutanásia contra 39,3 por cento que são contra, enquanto 10,6 por cento diz que não sabe ou não quis responder.

     47 por cento dos inquiridos disseram ainda que o tema devia ser referendado, enquanto que 43,4 por cento estão contra.

     Na vizinha Espanha, uma sondagem realizada pelo Instituo Noxa no passado mês de Setembro refere que mais de 79 por cento dos espanhóis quer alterar as leis para permitir que doentes crónicos com problemas incuráveis ou dolorosas possam solicitar a eutanásia aos médicos.

     O paganismo está aí em força: Os deuses falsos exigem o sangue dos inocentes. Quando há o assassinato de pessoas inocentes e justas, não é o Deus de Israel que se está a adorar. Os falsos deuses dos pagãos modernos são ainda mais sanguinários. Hoje pretende-se sacrificar em altares de aço inoxidável, por sacerdotes em roupas cirúrgicas. E os defensores da eutanásia e do suicídio assistido com ajuda médica são os seus irmãos na fé.

     Em Portugal, o Bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, e o juiz Pedro Vaz Pato comentam a sondagem Renascença/SIC/Expresso, em que a maioria dos inquiridos é a favor de um referendo sobre a eutanásia.

     O Bastonário da Ordem dos Médicos é frontalmente contra esta prática e lança um desafio ao Estado: é preciso criar unidades de cuidados paliativos.

     “A eutanásia não é uma boa medida para o país, o que há é uma grande falta de informação sobre os inúmeros meios que há - assim o Estado os queira pôr à disposição das pessoas - para que o momento da morte seja digno e sem sofrimento”, afirma.

     “Os médicos são treinados para tratar pessoas e ninguém tem o direito de pedir aos médicos que façam o contrário, que matem as pessoas”, sublinha Pedro Nunes.

     Na opinião do juiz Pedro Vaz Pato, os resultados desta sondagem podem indiciar falta de informação dos portugueses e é essencial clarificar o que está em causa nesta matéria.

     “Com a eutanásia não se combate o sofrimento, elimina-se a pessoa que sofre”, refere o docente do Centro de Estudos Judiciários.

     O juiz Pedro Vaz Pato é contra a realização de uma consulta popular sobre a eutanásia, uma vez que “há o risco de as pessoas não estarem verdadeiramente esclarecidas” e porque a questão esbarra no “princípio constitucional da inviolabilidade da vida humana”.

     No juramento de Hipócrates consta: "eu não darei qualquer droga fatal a uma pessoa, se me for solicitado, nem sugerirei o uso de qualquer uma deste tipo". Desta forma a escola hipocrática já se posicionava contra o que hoje tem a denominação de eutanásia e de suicído assistido.


O que pensa o Cristão da eutanásia

     A eutanásia é uma contradição em termos, porque o acto final ‘contra si mesmo’ não pode ser, ao mesmo tempo, um acto ‘em prol de si mesmo’. Se a base do amor ao próximo é amar a si mesmo, não amar-se é a base do ódio e da vingança contra o semelhante, o que viola o segundo grande mandamento da lei de Deus.

     Os que defendem a eutanásia como forma de libertação do sofrimento, não têm em consideração que segundo a Bíblia, a morte dos ímpios, longe de ser libertação de sofrimento, é o início do sofrimento eterno maior. Assim sendo, o que se pretende que seja uma “boa morte” (significado de eutanásia), será uma péssima morte.

     O crente que sofre sabe que a Bíblia lhe diz: “Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar” (1 Coríntios 10:13) e “não desfalecemos: mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia, porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente” (2 Coríntios 4:16,17).

     Para os gregos do quinto século antes de Cristo e para [as gerações] que vieram depois, a saúde era considerada o bem mais elevado… O homem doente, o aleijado ou o fraco só poderiam esperar consideração da sociedade enquanto seu estado de saúde tivesse condições de melhorar. A melhor maneira de proceder para com os fracos era destruí-los, o que era feito com frequência…

     Coube ao Cristianismo a responsabilidade de introduzir a mudança mais revolucionária e decisiva na atitude da sociedade para com os doentes. O Cristianismo veio ao mundo como uma religião de cura… O [Evangelho] tinha como alvo os pobres, os doentes e os aflitos.

     Essa nova atitude inspirou os ensinamentos e actividades do Cristianismo no Império Romano. Os primeiros líderes cristãos, inclusive Policarpo (70-160), Justino Mártir (100-165), Tertuliano (160-220) e Jerónimo (345-419), incentivavam os cristãos a cuidar dos doentes. A partir de então, os cristãos tornaram-se conhecidos pela sua disposição de tratar de pessoas doentes, inclusive de vítimas de pestes, que eram abandonadas pela sociedade. Os historiadores Darrel W. Amundsen e Gary B. Ferngren observam: "Os primeiros hospitais vieram a existir, no quarto século, por causa da preocupação dos cristãos com todas as pessoas, principalmente os mais necessitados, pois o ser humano tem a imagem de Deus".

     A Bíblia ensina que o ser humano foi criado conforme a imagem de Deus e que Jesus morreu para salvar toda a humanidade. Esse ensino inspirou os primeiros cristãos a ter um grande respeito pelo valor e dignidade da vida humana. Eles não só cuidavam dos doentes, mas também denunciavam práticas sociais romanas como aborto, assassinato de recém-nascidos, eutanásia e suicídio.

     Os primeiros líderes cristãos, de Justino Mártir a Agostinho de Hipona (354-430) assumiram um posicionamento igualmente forte contra a eutanásia. Agostinho afirmou: "Os cristãos não têm autoridade de cometer suicídio em circunstância alguma. É importante observarmos que em nenhuma parte da Bíblia Sagrada há mandamento ou permissão para cometer suicídio com a finalidade de garantir a imortalidade ou para evitar ou escapar de algum mal. Aliás, temos de compreender que o mandamento ‘Não matarás’ (Êxodo 20.13) proíbe matar a nós mesmos".

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