26-11-08 - Encontrando a verdade num mundo de falsidade
A visão que temos do mundo em que vivemos é determinada pela verdade que conhecemos. A verdade não é necessariamente o que o antigo dramaturgo trágico Grego, Sofocles, chamaou de “O argumento mais forte”. Um filósofo mais moderno, George Santayana, referiu-se a ela como “Uma jóia que não deveria ser pintada; mas poderia ser colocada como vantagem e revelada a uma boa luz.”O debate sobre o que a verdade realmente é e como a encontrar continua. A maior parte das pessoas instruídas estão cientes da questão de Pilatos, “O que é a verdade?” (João 18:38).
Charles Colson faz esta asserção no seu estimulante novo livro, The Faith (A Fé), lançado em 2008 pela Zondervan, “Conhecer que Deus existe e que Ele falou habilita o Cristão a afirmar que há verdade, uma realidade última que começa com Deus e se estende por toda a Sua criação. O Cristão crê que a humanidade pode conhecer a verdade – isto é, a forma como as coisas realmente são através da Bíblia …” Colson também sugere que a verdade pode ser encontrada através da criação, da razão e da consciência.
A Conferência Nacional sobre Apologética Cristã, organizada pelo Dr. Alex McFarland, presidente do Seminário Evangélico do Sul (EUA), considerou “Vencer a guerra das visões do mundo” quando mais de 3.000 pastores e estudantes se encontraram em Charlotte, NC, nos dias 7 e 8 de Novembro de 2008. Os oradores eram líderes escolásticos, escritores e teólogos dos nossos dias.
Conheeça os detalhes da nova conferência em Novembro de 2009, visitando http://www.nationalapologeticsconference.com/. Entre os oradores deste ano estiveram James Dobson, Chuck Colson, Josh McDowell, Lee Strobel, Erwin Lutzer, Hank Hanegraff, Dinesh D’Souza, Mark Mittelberg, Gary Habermas, William Dembski e outros.
James C. Dobson, Ph.D. da Universidade do Sul da Califórnia, escutado diariamente na rádio por mais de 220 milhões de pessoas, lembrou aos seus ouvintes de que “o relativismo moral e a verdade absoluta estão sempre em conflito.”
Erwin Lutzer, pastor da Igreja Memorial Moody em Chicago, Illinois, chamou a atenção para “As Quatro Mentiras do Éden”, graficamente registadas na The Living Bible, como “’Certamente podemos comê-lo,’ disse-lhe a mulher. ‘É somente o fruto da árvore no centro do jardim, que nós não podemos comer. Deus diz que não devemos comê-lo, nem sequer tocá-lo, pois morreremos.’ ‘Isso é uma mentira!’ disse a serpente” (Gánesis 3:2-4). E o conflito entre a verdade de Deus e as mentiras de Satanás, entre o bem e o mal, começou e agudizou-se desde então.
Charles Colson desafiou os ouvintes quando disse, “O Cristianismo é uma visão mundial” que começou com o Logos, a Palavra de Deus. Ele também disse, “Todos os nossos problemas são resultado de uma errada visão mundial.”
Dinesh D’Souza, autor do Bestseller do New York Times, What’s So Great About Christianity? (O que é tão grande com o Cristianismo?) (Tyndale), captou a atenção da sua audiência ao dizer, “Os nossos novos ateus estão a popularizar os velhos ateus.” E, “Algumas pessoas na academia são ensinadas para além da sua inteligência.” Ele depois acrescentou, “A minha apologética é uma apologética muito pró-ciência e pró-Deus.”
Um dicionário ou teólogo poderiam definir apologética como “o ramo da teologia que tem a ver com a defesa e provas do Cristianismo.” Nos nossos dias de cepticismo e descrença em Deus é bom poder apresentar “a razão da esperança que há em [n]ós” (1 Pedro 3:15).
A investigação pela verdade continua. Este mundo e as nossas vidas não funcionarão muito bem se não operarmos na base da verdade. Meia-verdade, qualquer que ela seja, e a falsidade não são suficientes. Somente a verdade é a melhor opção.




