«Amados, se Deus assim nos amou, também nos devemos amar uns aos outros» (I João 4.11).
Nós não devemos pensar no amor como sendo uma emoção incontrolável e imprevisível. O amor é um mandamento. É-nos mandado amar (Romanos 12.10; I Pedro 1.22). Ora isto seria completamente impossível se o amor fosse alguma sensação inapreensível, acidental que surgisse inexplicavelmente. O amor envolve as emoções, mas é mais uma questão da vontade do que das emoções.
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«Já estou crucificado com Cristo» (Gálatas 2.20).
Quando o Senhor Jesus morreu na cruz, Ele não morreu apenas como meu Substituto; Ele morreu também como meu Representante. Ele não morreu apenas por mim, mas como eu (como se tivesse sido eu a morrer). Quando Ele morreu, há um sentido real em que eu morri. Tudo o que eu era como filho de Adão, todo o meu velho, mau e irregenerado EU foi crucificado na cruz. Aos olhos de Deus, a minha história como homem na carne chegou a um fim.
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