A solidão não é brincadeira

Um famoso escritor Britânico que deixava, de navio, Liverpool, Reino Unido, notou que os outros passageiros estavam a acenar aos amigos que estavam no cais. Ele precipitou-se para o cais e interceptou um rapazito. “Acenas para mim se eu te pagar?” perguntou ao pequeno. O miúdo concordou. O escritor correu de novo para bordo e debruçou-se sobre a balaustrada do navio, contente por ter alguém a quem acenar. É claro que o garoto acenava para ele!
Uma história louca? Talvez – mas lembra-nos que o ser humano odeia a solidão. Todos nós queremos ser desejados.
Uma história louca? Talvez – mas lembra-nos que o ser humano odeia a solidão. Todos nós queremos ser desejados.
“Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs subtilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Colossenses 2:8).


