Ensina-nos
Ensina-nos, bom Senhor, a servir-Te, como Tu mereces:
A dar e a não enumerar o custo;
A combater e a não acautelar as feridas;
A afadigar e a não procurar descanso;
A trabalhar e a não pedir qualquer recompensa,
Salvo a de saber que fazemos a Tua vontade.
A dar e a não enumerar o custo;
A combater e a não acautelar as feridas;
A afadigar e a não procurar descanso;
A trabalhar e a não pedir qualquer recompensa,
Salvo a de saber que fazemos a Tua vontade.
No seu livro «The law of faith» [A Lei da Fé], Norman Grubb, dirigente da «Woridwide Evangelisation Crusade» [Cruzada de Evangelização Mundial], diz:
O cristão, o genuíno cristão, percebe que é, de facto, uma alma solitária no meio de um mundo que não lhe oferece comunhão. Penso que se sucumbir de vez em quando e entregar-se às lágrimas, o cristão não deve sentir que é fraco. Trata-se de uma solidão normal no meio de um mundo que o repudia. Ele tem de ser um homem solitário! (…) Esse sentimento de não pertencer ao mundo é uma parte da nossa herança cristã. Esse sentimento de pertencer a outro mundo — e não a este — esconde-se no coração do cristão e distingue-o das pessoas à sua volta. Muitos dodsnossos hinos surgiram graças a essa mesma solidão, esse sentimento de pertencer a uma cidadania diferente e superior!


