Como Não Perder a Sua Alma (II)

J. C. Ryle

     A SEGUNDA observação que eu tenho a fazer é esta: QUALQUER UM PODE PERDER A SUA PRÓPRIA ALMA.

     Esta é uma parte pesarosa do meu discurso. Porém é algo que eu não ouso e não posso ignorar. Não tenho compaixão alguma daqueles que professam nada além de paz e afastam dos homens o terrível facto de que eles podem perder as suas almas. Eu sou um daqueles ministros à moda antiga que creem na Bíblia inteira, e tudo o que ela contém. Não consigo encontrar nenhum fundamento bíblico para tal teologia de fala suave, que agrada a tantos atualmente e segundo a qual todos irão para o paraíso no fim de tudo.

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Como Não Perder a Sua Alma (I)

J. C. Ryle

     “POIS, QUE ADIANTA AO HOMEM GANHAR O MUNDO INTEIRO E PERDER A SUA ALMA?” (Mc 8.36).

     O dito do nosso Senhor Jesus Cristo, que está no início desta página, deve soar em nossos ouvidos como o soar de uma trombeta. Ele trata dos nossos mais elevados e melhores interesses. ELE TRATA DAS NOSSAS ALMAS.

     Mas que pergunta solene contêm essas palavras da Escritura! Que soma poderosa de lucro e prejuízo elas nos apresentam para cálculo! Onde está o contador que poderia calculá-la? Onde está o aritmético inteligente que não poderia ficar perplexo com essa soma? — “POIS, QUE ADIANTA AO HOMEM GANHAR O MUNDO INTEIRO E PERDER A SUA ALMA?”.

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Testemunho de John Bunyan

Testemunho escrito de Bunyan



     John Bunyan escreveu:

     “Caminhando pelo deserto deste mundo, parei num sítio onde havia uma caverna (a prisão de Bedford): ali deitei-me para descansar. Em breve adormeci e tive um sonho. Vi um homem coberto de andrajos, de pé, e com as costas voltadas para a sua habitação, tendo sobre os ombros uma pesada carga e nas mãos um livro”.

     Faz três séculos que John Bunyan assim iniciou o seu livro, O Peregrino. Os que conhecem as suas obras literárias podem testificar de que ele é, de facto, “o Sonhador Imortal”“Estando ele morto, ainda fala”. Contudo, enquanto miríades de crentes conhecem O Peregrino, poucos conhecem a história da vida de oração desse valente pregador.

     Bunyan, na sua obra, Graça Abundante ao Principal dos Pecadores, informa-nos que seus pais, apesar de viverem em extrema pobreza, conseguiram ensiná-lo a ler e escrever. Ele mesmo se intitulou a si próprio de “o principal dos pecadores”; outros atestam que ele era “bem-sucedido” até na impiedade. Contudo, casou-se com uma moça de família cujos membros eram crentes fervorosos. Bunyan era funileiro e, como acontecia com todos os funileiros, era paupérrimo; ele não possuía um prato nem uma colher – apenas dois livros: O Caminho do Homem Simples Para os Céus e A Prática da Piedade, obras que seu pai, ao falecer, lhe deixara. Apesar de Bunyan achar algumas coisas que lhe interessavam nesses dois livros, somente nos cultos é que se sentiu convicto de estar no caminho para o Inferno.

     Descobre-se nos seguintes trechos, copiados de Graça Abundante ao Principal dos Pecadores, como ele lutava em oração no tempo da sua conversão:

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