IQC - Reunião de Senhoras (XIII)
Culto de mulheres realizado na Igreja em Quinta do Conde (IQC) em 26/ maio / 2012.
Culto de mulheres realizado na Igreja em Quinta do Conde (IQC) em 26/ maio / 2012.
“Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade?” (Gál. 4:16).

O papa Francisco expressou na passada sexta-feira o seu compromisso com o pleno respeito à tradição da Igreja, a única habilitada a interpretar corretamente as Escrituras, e rejeitou "a interpretação subjetiva", no seu primeiro discurso ante o Comité da Bíblia do Vaticano. Nesta intervenção a "especialistas" - e não apenas para fiéis, como a maioria dos seus discursos do último mês - o papa jesuíta fez uma longa referência a um texto do Concílio Vaticano II ( 1962-1965), a Constituição "Dei Verbum" ("A Palavra de Deus"), sobre o papel da Igreja.
Até ao momento, ao contrário de Bento XVI, o novo papa pouco tinha mencionado o Concílio, ao qual ele é o primeiro pontífice das últimas décadas a não ter participado. Uma omissão surpreendente.
"O Concílio lembrou com grande clareza: tudo o que está relacionado com a maneira de interpretar as Escrituras está, em última análise, sujeito ao julgamento da Igreja, que realiza o seu mandato divino e o ministério de preservar e interpretar a palavra de Deus".
“… Tenho experimentado (ou, tenho aprendido pela experiência) que o Senhor me abençoou por amor de ti ...” (Gén. 30:27).
Pergunta: Eu fui a um funeral de um vizinho noutro dia, e as pessoas que falaram nem sequer mencionaram Deus, o Céu, ou qualquer coisa dessa natureza. Tudo o que falaram foi sobre a pessoa que morreu e como devemos tentar ser como ela. É esta a moda nos funerais e serviços fúnebres hoje? – Srª S.Q.
Resposta: Eu não sei se é moda ou não, se bem que, como a nossa sociedade se torna cada vez mais secularista, não nos devamos surpreender que os serviços fúnebres se tornem cada vez mais como esse. Afinal, se alguém não acredita em Deus ou no Céu, seria hipócrita fingir que crê.
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