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29-08-09 - Saramago põe Deus como autor moral de um crime

caim.jpg     José Saramago volta a falar de Deus no seu novo livro, Caim, no qual procura redimir o protagonista do assassinato de Abel, apontando Deus como o autor moral do crime.

     Nesta obra, o escritor volta a blasfemar de Deus. Numa entrevista ele próprio chegou ao ponto de resumir o livro nesta frase: “Não se pode confiar em Deus”.

     Deus é, para ele, uma “droga” que detesta, mas vê-se que está profundamente viciado nela. Parece não saber escrever sobre outra coisa. Porque será? Ele, de facto, vive obcecado com Deus, como quem depende de uma droga que odeia. Para quem diz que Deus não existe, ocupar-se tanto com Ele, revela o contrário do resultado que pretende.

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Três aparecimentos de Cristo


“Uma Se manifestou [ou, apareceu]” (v. 26) – Expiação
“Agora comparecer [ou, aparecer]” (v. 24) – Advocacia
“Ele aparecerá” (v. 28) - Advento

O amor da verdade

crstam.jpg     Em 2 Tes. 2:10 Paulo declara que os apóstatas da era seguinte perecerão, “porque não receberam o amor da verdade para se salvarem.” Isto é algo digno de ser seriamente considerado.

     Deus chama a esta presente dispensação “a dispensação da graça de Deus” (Efé 3:2). Durante esta dispensação os Cristãos fiéis proclamam “o Evangelho da graça de Deus” (Act. 20:24). Esta é a mensagem da graça e do amor de Deus ao entregar Cristo para morrer pelos nossos pecados de modo a podermos ser salvos da sua condenação e poder.

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