O Espírito Santo no crente
No seu coração (Gál. 4:6) – como filhoNa sua pessoa (Efé. 1:13) – como selo
No seu corpo (1 Cor. 6:19) – como templo
CRER, SERVIR E ESPERAR |
Este escritor não usa vestes clericais, mas de algum modo quando visitamos uma igreja distante, alguém é capaz de avançar até ele e perguntar-lhe: “Por acaso é um ministro?”
Actos 13 conta como isto aconteceu uma vez a Paulo e Barnabé. Eles tinham entrado numa sinagoga como estranhos e sentaram-se simplesmente a escutar. Contudo, “depois da lição da lei e dos profetas,” os líderes da sinagoga enviaram alguém para lhes dizer: “Varões irmãos, se tendes alguma palavra de consolação para o povo, falai” (Ver. 15). De algum modo Paulo e Silas tinham sido reconhecidos como homens de Deus.
Num dos fragmentos da colectânea Pensamentos, o matemático, físico e filósofo Blaise Pascal (1623-1662) apresentou o que se conhece hoje como a aposta de Pascal. Trata-se de uma proposta de decisão, colocada na forma de uma aposta incontornável, isto é, da qual ninguém pode fugir. Esta aposta pode ser resumida da seguinte forma:
Como alguém que escolhe ser cristão pode perder? Se, ao morrer, constatar que Deus não existe e sua fé foi em vão, não perdeu nada - pelo contrário, viveu uma vida com mais percepção de sentido e esperança do que um descrente. Se, no entanto, há um Deus e um céu e um inferno, então ganhou o céu, ao passo que um descrente perdeu tudo.
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