As maiorias muitas vezes estão erradas
Quando Paulo estava em Éfeso a sua proclamação do Evangelho causou agitação tal que os fabricantes de ídolos, que estavam a perder dinheiro, protestaram até que “encheu-se de confusão toda a cidade.” Alguém começou logo a clamar: “Grande é a Diana dos efésios!” Outros associaram-se e o coro aumentou até que “todos unanimemente levantaram a voz, clamando por espaço de quase duas horas: Grande é a Diana dos efésios!” (Act. 19:34), e o escrivão da cidade, referindo-se à religião que envolvia esta deusa pagã, disse com confiança que não se pode falar contra estas coisas (v. 36).
Em termos espirituais, como crentes no Senhor Jesus Cristo, devemos muitas das bênçãos que temos recebido a muitos crentes na América. O seu exemplo, o seu ministério, a sua influência, marcaram não somente aquele país, como ultrapassaram a fronteira geográfica e geracional, influenciando e marcando crentes de muitas nações e gerações. Deles pode ser dito o que Paulo disse dos crentes Tessalonicenses:
Sem fazer-se anunciar, e quase despercebidamente, uma nova cruz introduziu-se nos círculos evangélicos dos tempos modernos. Ela se parece com a velha cruz, mas é diferente; as semelhanças são superficiais; as diferenças, fundamentais.