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Não se morre por falta de amor

crstam.jpg     Tem sido dito que “o mundo está a morrer por falta de um pouco de amor.” Contudo, quando esta declaração é examinada à luz das Escrituras descobre-se que é exactamente oposta à verdade. Escute o que a Palavra de Deus diz sobre isto:

     “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigénito, para que todo aquele que n’Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). “Mas Deus prova o Seu amor para connosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rom. 5:8). “Nisto se manifestou a caridade de Deus para connosco: que Deus enviou Seu Filho unigénito ao mundo, para que por Ele vivamos. Nisto está a caridade, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou a nós, e enviou Seu Filho para propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4:9,10).

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24-02-09 - Perseguição de Cristãos na Coreia do Norte

     Veja, no vídeo que se segue, o impressionante testemunho de uma Coreana sobre a perseguição aos Cristãos na Coreia do Norte. A Coreia do Norte tem ocupado o primeiro lugar na lista de países que perseguem os Cristãos no mundo. Ore diariamente por eles. "Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles, e dos maltratados, como sendo-o vós mesmos também no corpo" (Hebreus 13:3).



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23-02-09 - As raízes do Carnaval

carnaval_sagrado_profano.jpg     “Muita gente espanta-se ao saber que quem inventou o Carnaval foi a Igreja Católica Apostólica Romana. Tudo começou no ano 604 A.D., quando o papa Gregório I determinou que todos os anos os fiéis deveriam dedicar-se, durante 40 dias, a assuntos espirituais.

     No período que ia da Quarta-Feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa, o povo deveria entregar-se à austeridade e ao jejum. Era a Quaresma, período que serviria para lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se.

          Durante a Quaresma era proibido comer carne. Foi então que alguns “carnais” entraram em acção e fizeram a seguinte proposta: já que iam ficar tanto tempo em abstinência, por que não permitir que o povo cometesse algumas extravagâncias antes?

     Os padres concordaram, e essa libertinagem foi oficialmente aprovada e incentivada por alguns papas carnavalescos, como Paulo II e Paulo IV, nos séculos XV e XVI, respectivamente.

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