Mendelssohn, Lincoln, e Darwin
Moldando o mundo modernoHá duzentos anos, três rapazes nasceram separados por dias de diferença, na Alemanha, Inglaterra, e Estados Unidos. Todos eles tornaram-se famosos e afectaram as vidas não apenas dos seus contemporâneos, mas de gerações futuras.
Um produziria grandes obras de arte e reavivaria o interesse nos tesouros artísticos há muito esquecidos. Um conduziria a sua nação a uma “nova liberdade” e pagaria com a sua vida. O terceiro seria responsável por uma ideia que, intencionalmente ou não, justificaria a pior crueldade e opressão que o mundo jamais viu.
Qual dos aniversários está a obter mais atenção? Certamente que o do terceiro.
Mundo geológico ao contrário: o que normalmente está por baixo, neste caso está por cima.
Se quiser desfrutar de uma verdadeira festa espiritual, pegue numa concordância bíblica e procure a palavra “graça.” Primeiro note quantas vezes esta palavra se encontra nos quatro Evangelhos: apenas quatro vezes e só uma única vez em sentido doutrinal. Depois note quantas vezes ela é usada nas epístolas de Paulo (menos de metade do tamanho dos quatro Evangelhos). Aqui surge bem para cima de uma centena de vezes, e praticamente sempre num sentido doutrinal, sobre o amor e a misericórdia de Deus para com os pecadores e os Seus. Pense nisto: doutrinalmente a graça só é referida uma vez nos quatro Evangelhos, no entanto, nas epístolas de Paulo, volumosamente menos de metade, é usada mais de um cento de vezes.
Um número cada vez maior de cientistas, a maioria deles não-cristãos, opõe-se à evolução. O astrónomo e matemático Sir Fred Hoyle diz: "O mundo científico foi iludido e acabou por acreditar que a evolução fora provada. Nada poderia estar mais longe da verdade".(1)