
PAULO E LÍSIAS
Supondo que Paulo tinha sido o responsável pelo motim, o tribuno levou-o sob custódia, ordenando aos seus soldados que o atassem “com duas cadeias”.[1]A profecia de Ágabo já estava a ser cumprida (ver Vers. 10,11).
Mas a confusão era tão grande que era impossível a Lísias chegar à raiz do problema. Como aconteceu em Éfeso, “uns pois clamavam de uma maneira, outros de outra” (cf. Ver. 34 com 19:32). Lísias, portanto, “mandou conduzi-lo para a fortaleza” e nas escadas Paulo teve que realmente ser carregado pelos soldados, “por causa da violência da multidão”. Entretanto, um clamor único consistente elevava-se acima da multidão irada; o mesmo clamor que tinha sido ouvido no julgamento do Senhor Jesus: "Mata-o!" Tudo isto antes de o apóstolo ser ouvido. Como o preconceito e dogmatismo religioso pode tornar os homens irracionais violentos e cruéis.
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O ALVOROÇO EM JERUSALÉM
“Quando os sete dias estavam quase a terminar, os Judeus da Ásia, vendo-o no templo, alvoroçaram todo o povo e lançaram mão dele,
“Clamando: Varões israelitas, acudi! Este é o homem que por todas as partes ensina a todos, contra o povo, e contra a lei, e contra este lugar; e, demais disto, introduziu também no templo os Gregos e profanou este santo lugar.
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