
Alex Freitas Pires, na foto acima, um dos últimos alcançados com o Evangelho por instrumentalidade do nosso irmão Fernando Quental, entretanto regressado a Portugal, escreveu no seu Facebook no passado dia 24 de agosto:
"Muito obrigado tio Nandinho, pelos teus ensinos, tu foste e sempre seras um bom exemplo pra mim, e peço que Deus te abençoe onde tu estiveres. "OBRIGADO" —
a sentir-se agradecido com Fernando Quental.
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O realizador de cinema Sam Mendes, cujo filme "Beleza Americana" ganhou este ano cinco óscares, é de origem portuguesa. Mas o que levou a família dos Mendes a fugir da Madeira, rumo às Antilhas, em meados do século passado? Tudo começou quando o médico escocês protestante Robert Kalley decidiu, em 1838, fixar-se no Funchal. Uma história pouco conhecida de perseguição religiosa em Portugal.
No turbulento Portugal do século XIX, 1846 é o ano da Maria da Fonte e da Patuleia, duas revoltas populares que puseram o país a ferro a fogo. Toda esta agitação faz passar relativamente despercebidos os acontecimentos registados na Madeira, nesse mesmo ano. O essencial dos factos conta-se em três pinceladas.
Em Agosto de 1846 e nos meses seguintes, cerca de 2000 madeirenses de religião protestante são obrigados a abandonar a ilha, devido a perseguições religiosas. Os fugitivos acolhem-se primeiramente nas Antilhas. Dois anos depois, muitos deles rumam aos EUA, fixando-se no estado de Illinois. A questão, que dividiu a sociedade madeirense e quase originou um conflito diplomático com a Inglaterra, constitui o único caso de perseguições religiosas em massa de que há notícia no nosso país, depois da expulsão dos judeus por D. Manuel I, nos finais do século XV. Entre os descendentes dos fugitivos conta-se o conhecido cineasta Sam Mendes, realizador do filme "Beleza Americana", tetraneto de madeirenses que se radicaram nas Antilhas.Robert Reid Kalley, médico e pastor protestante escocês, é o protagonista desta história.
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