18-11-16 - Falta de leitura da Bíblia está a criar adultos menos cultos, diz escritora Alice Vieira

A escritora Alice Vieira lamentou a falta de leitura bíblica que existe na sociedade portuguesa, em especial “entre as crianças”, facto que está a gerar adultos “menos cultos” e "incapacidade para resistir".
A escritora participou na conferência «As artes de narrar a Bíblia», na Universidade Católica Portuguesa, onde deu conta do processo de escrita do livro «Histórias da Bíblia Para Ler e Pensar», da sua autoria.
“Enquanto as crianças não lerem as histórias da Bíblia, estaremos a criar adultos menos cultos”, sublinhou.
Estudo Bíblico, quarta-feira, 16NOV16, na Igreja em Quinta do Conde - Colossenses 1:3 (Continuação)

Todas as quartas-feiras a Igreja em Quinta do Conde reúne-se para orar e estudar a Bíblia.
17-11-16 - História de ateu que se tornou evangelista vira filme

"Em Defesa de Cristo" é realização da mesma produtora de "Deus não Está Morto".
Ao tentar provar que Deus não existe, um jornalista ateu acaba por encontrar o que ele menos queria. A história do autor Lee Strobel, famoso pelo livro “Em Defesa de Cristo” já foi tema de um documentário em 2007. A sua biografia romantizada chega aos cinemas uma década depois.
O filme, que leva o nome de seu best seller, conta como um premiado jornalista de investigação e editor de assuntos jurídicos para o jornal Chicago Tribune se debate na tentativa de provar que o cristianismo é falso.
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Qual é a nossa Grande Comissão? (XLVIII)
A NOSSA GRANDE COMISSÃO
NEM CONSUMADA, NEM SUBSTITUÍDA, NEM ANULADA
Em Gálatas 1:11,12 o apóstolo Paulo usa uma fraseologia típica das suas epístolas. Ele usa a frase “o Evangelho que por mim foi anunciado”, e explica porquê, dizendo:
16-11-16 - Avivamento chega a tribo que antes adorava o diabo

Pela primeira vez em séculos, as tribos africanas remotas da etnia Batwa estão a ouvir o nome do Senhor Jesus Cristo. Eles são pigmeus e vivem no extremo sul do Uganda, na reserva florestal de Bwindi. O povo era chamado de os “guardiões da floresta”, por manterem distância da vida nas cidades. Tradicionalmente eles viviam em cavernas e árvores, sobrevivendo a partir da caça e da apanha de frutas.
Tudo mudou em 1992, quando o governo ugandês decidiu transformar a região em um parque nacional. Logo em seguida, recebeu o título de Património da Humanidade, por causa dos gorilas ameaçados de extinção que vivem ali. Por causa disso, os batwa foram expulsos, tornando-se assim os primeiros “refugiados ambientais” de que se tem notícia.
Sem direito à terra, sem comida, sem roupas e sem abrigo, eles tentaram adaptar-se ao mundo moderno, mas não conseguiram. Sofriam muito preconceito por causa de sua baixa estatura e cultura rudimentar. “As pessoas não lhes queriam dar emprego pois pensavam que esses pigmeus eram animais”, explicou o missionário Tugume Gerald. Ele e a sua esposa, Barbara, decidiram intervir e ajudar alguns desses batwa.
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