Como e Quando (V)
RECONCILIAÇÃO Mas que dizer da gloriosa mensagem de reconciliação que fomos comissionados a proclamar (2 Cor. 5:18-21)? Ela não foi pregada em Pentecostes sob a “grande comissão”? Perguntemos “Como?” e “Quando?” e vejamos.
É verdade que nós, os que confiámos em Cristo como nosso Salvador, fomos reconciliados “com Deus mediante a cruz” (Efé. 2:26 TB). O Apóstolo Paulo realça este facto:
“…sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus PELA MORTE DE SEU FILHO …” (Rom. 5:10).
“A vós também, que noutro tempo éreis estranhos, e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora contudo vos reconciliou NO CORPO DA SUA CARNE, PELA MORTE …” (Col. 1:21,22).
Porém agora perguntemos quando é que Deus ofereceu primeiro a reconciliação aos Seus inimigos.
Reconciliação requer alienação. Por conseguinte, a reconciliação não poderia ter sido pregada no princípio dos Actos, pois nessa altura Deus estava a apelar à nação de Israel como Seu povo do concerto e como tal ela ainda não tinha sido alienada d’Ele.
Por essa razão Rom. 11:15 refere-se à “reconciliação do mundo” em relação à “sua rejeição.” Foi quando Deus começou a pôr de parte, juntamente com os Gentios, a nação de Israel, que Ele começou a tornar conhecida a mensagem da reconciliação por meio de Paulo.
Nós interrogamo-nos sobre quantas pessoas, até mesmo pastores e ensinadores da Bíblia, sabem que assim como a expiação é uma doutrina Mosaica, a reconciliação é uma doutrina puramente Paulina. O nosso Senhor, na Terra, não pregou a mensagem da reconciliação, nem Pedro em Pentecostes a pregou; ninguém antes de Paulo a proclamou como ela lhe foi entregue pelo Senhor glorificado (2 Cor. 5:18-20). É Paulo que nos leva primeiro atrás ao “um homem” por quem todos fomos alienados e depois nos aponta para o outro “um só Homem” por Quem podemos ser reconciliados e recebermos o “dom da justiça” pela graça (Rom. 5:12-19).
“…sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus PELA MORTE DE SEU FILHO …” (Rom. 5:10).
“A vós também, que noutro tempo éreis estranhos, e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora contudo vos reconciliou NO CORPO DA SUA CARNE, PELA MORTE …” (Col. 1:21,22).
Porém agora perguntemos quando é que Deus ofereceu primeiro a reconciliação aos Seus inimigos.
Reconciliação requer alienação. Por conseguinte, a reconciliação não poderia ter sido pregada no princípio dos Actos, pois nessa altura Deus estava a apelar à nação de Israel como Seu povo do concerto e como tal ela ainda não tinha sido alienada d’Ele.
Por essa razão Rom. 11:15 refere-se à “reconciliação do mundo” em relação à “sua rejeição.” Foi quando Deus começou a pôr de parte, juntamente com os Gentios, a nação de Israel, que Ele começou a tornar conhecida a mensagem da reconciliação por meio de Paulo.
Nós interrogamo-nos sobre quantas pessoas, até mesmo pastores e ensinadores da Bíblia, sabem que assim como a expiação é uma doutrina Mosaica, a reconciliação é uma doutrina puramente Paulina. O nosso Senhor, na Terra, não pregou a mensagem da reconciliação, nem Pedro em Pentecostes a pregou; ninguém antes de Paulo a proclamou como ela lhe foi entregue pelo Senhor glorificado (2 Cor. 5:18-20). É Paulo que nos leva primeiro atrás ao “um homem” por quem todos fomos alienados e depois nos aponta para o outro “um só Homem” por Quem podemos ser reconciliados e recebermos o “dom da justiça” pela graça (Rom. 5:12-19).
Cornelius R. Stam
(Continua)
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