País europeu decide não financiar mais a ideologia de género

O governo da Hungria tem-se destacado pelas suas posições conservadoras, em contramão ao “politicamente correto”, tendo deixado de financiar e credenciar universidades para os seus programas de mestrado e doutoramento em “estudos de género”. A justificativa é que essa disciplina foi considerada “uma ideologia e não uma ciência”.
Para o vice-primeiro-ministro do país, Zsolt Semjén, o mercado de trabalho não exige dos graduandos esse tipo de conhecimento. “Ninguém quer contratar um especialista em género”, assegura.
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