Problemas de problemáticos - dissecação

Carlos M. Oliveira


     Os problemas - grandes ou pequenos - não existem, a não ser no ego dos problemáticos.

     E quanto maior for o problemático, maior terá que ser o seu problema. Um problema pequeno não serve a um problemático de ego enorme. Um ego enorme só se satisfaz com um grande problema, pois pequenos problemas não estão à altura do seu ego. Os problemáticos são infelizes, e a sua infelicidade é proporcional ao tamanho dos seus problemas. Os problemáticos têm de ser grandes em tudo, para condizerem com o tamanho do seu ego; por isso têm de ser também grandes na sua infelicidade.

     Quanto menor for o ego de uma pessoa, menor é o seu problema e as pessoas de ego anulado são pessoas sem qualquer problema. São os que podem dizer: "[EU] Já estou crucificado com Cristo; e vivo, NÃO MAIS EU, mas Cristo vive em mim ..." (Gálatas 2:20).

     Tens algum problema? Se sim, qualquer que seja o seu tamanho, estás a precisar de reler Gálatas 2:20 e experimentar o poder transformador pleno desta verdade.

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Escuta bem, ó legalista!

O legalista está sempre de dedo em riste em tom acusatório

     A verdade é que todos nós somos um pouco legalistas. O legalismo é quando lemos a Bíblia para tirar conclusões e formular leis que, se bem analisadas, nem estão na Bíblia. Isso acaba por ser uma crueldade com os outros e também connosco, pois em vez de irmos à Bíblia para nos aproximarmos de Deus, amarmo-Lo mais, conhecermo-Lo melhor e termos o nosso coração transformado, vamos à Palavra de Deus para procurar maneiras de apontar erros alheios.

     No fundo, isso é-nos prejudicial a nós mesmos porque é uma maneira de nos tentarmos colocar no lugar de Deus. Ao fazermos isso, encontramos “pecados” que não cometemos e por isso achamos que somos melhores do que aqueles que os cometem. Que grande engano!

     O motivo final de lermos a Bíblia é amarmos a Deus, conhecermo-Lo profundamente e colhermos bases de conduta correta ...

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A restauração na graça (I)

Ricky Kurth

     "Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido [ou, apanhado, NTLH] nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, encaminhai [ou, restaurai, VB] o tal com espírito de mansidão; olhando por ti mesmo, para que não sejas também tentado"(Gal. 6:1 RC). “

     A primeira coisa que notamos aqui nas palavras de Paulo é como elas diferem radicalmente das suas instruções aos Coríntios, a quem ele disse para excomungar o homem que estava a viver em fornicação (I Cor. 5: 1,2,13). Longe de ser uma contradição, o apóstolo deu diferentes instruções para tratar de problemas diferentes! O fornicador estava a viver numa relação ilícita continuada com o pecado, enquanto aqui Paulo está a falar de um homem que foi "surpreendido, ou apanhado" num pecado.

     A palavra “surpreendido, ou apanhado” sugere alguém que está a fugir do pecado, tentando escapar, mas sendo alcançado por ele. Os filhos de Israel não estavam a tentar escapar do Egito, quando Faraó os “alcançou, ou apanhou” junto ao Mar Vermelho (Ex. 14: 9; 15: 9)? Esta imagem vívida do que significa ser surpreendido, ou apanhado, explica porque razão Paulo se dirigiu aos Gálatas para que lidassem com alguém surpreendido, ou apanhado, nalguma falta, com graça, enquanto aos Coríntios ordenou que tratassem com a disciplina da igreja o homem que vivia numa falta.

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Sermões e Estudos

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A tua chávena

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À procura da chave

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Estudo Bíblico
1 Timóteo 3:2

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